Após voar cinco minutos com seu helicóptero a Rainha chega no aeroporto de Clouds UP no reino de Calm Down.
O avião no qual ela seguiria até o Reino Sea já estava a sua espera e ela logo embarcou e seguiu até a sua sala particular. E tratou de buscar mais informações sobre o satélite YWP/YLF.
O satélite de fabricação AERU (Agencia Especial dos Reinos Unidos) não era um simples satélite de observação terrestre. Mas o único capaz de fazer certos cálculos numa velocidade nunca imaginada.
Mas esse satélite nunca conseguiu chegar à órbita, pois alguns dias antes da previsão do seu lançamento ocorreu um acidente gravíssimo que quase colocou todo um trabalho de anos a perder.
Durante o transporte entre a sede da AERU e o local do lançamento que seria no Reino Hills um acidente automobilístico, pois tudo a perder.
O caminhão que transportava o satélite seguia tranqüilamente pela estrada molhada, estava chovendo muito naquele momento, até encontrar um carro atravessado na pista. Na tentativa de desviar desse carro o motorista acaba perdendo o controle do caminhão e capota com o mesmo.
A estrela que estava dirigindo o carro ficou desesperada com impacto do capotamento e apesar dos ferimentos causados por sua derrapada e posterior rodada logo foi ajudar ao motorista e a outra pessoa que estava com ele no caminhão.
Por sorte nada aconteceu ao motorista e ao seu ajudante, mas o satélite sofreu várias avarias e não precisaria de reparos consideráveis se quisesse ser colocado em órbita novamente.
A AERU incubiu a Fix Ltda, uma das empresas da Rainha, o conserto do satélite, já que ela não poderia fazê-lo, pois vários dos seus projetistas e cientistas que trabalharam no projeto acabaram indo para as várias empresas pertencentes à Rainha.
Dois anos depois o satélite estava pronto e esperava a autorização para ser colocado em órbita dentro de um hangar no aeroporto de Flying Dust.
Concentrada na sua pesquisa a Rainha nem percebia um dos seus agentes apontando para o aeroporto de Sky Down. Eles estavam prontos para pousar.
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quinta-feira, 7 de maio de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Preparativos
Após desligar o telefone a Rainha despe-se e coloca seu baby doll de cetim branco cravejado de diamantes que ela comprou no Velho Continente, esse baby doll fora um achado, não se fabricava mais peças como essa.
Agora seminua, apenas com uma calcinha de algodão, a do mesmo tipo que ela dorme desde os seus quinze anos, ela observa-se no espelho DiamongGuard. Corpo atlético, porém feminino, sem músculos, sem gorduras, o auge da feminilidade. Seus seios não eram grandes, mas eram firmes e rosados, ela gabava-se de poder vestir qualquer coisa sem sutiã e seu seio não mover um centímetro.
Percebendo que não poderia perder muito tempo ela se vira para o guarda roupa e pega uma calça de Sarja e uma blusinha, nada muito formal, mas também nada informal. Uma mulher de sua posição não podia gabar-se de usar roupas informais quando quisesse, era preciso mostrar quem era, e artigos vestuários sempre são ótimos pedidos.
Seguindo para o banheiro ela opta por tomar um banho na sua ducha em detrimento a sua Jacuzzi, raramente ela fazia essa escolha, o banho nessa banheira era algo inexplicável, algo próximo do transcendente, mas o tempo não permitia tais prazeres.
Com a água escorrendo pelo seu corpo a Rainha começa a refletir sobre tudo que já aconteceu, e tudo que poderá acontecer. Já bastava a morte de dois cientistas importantíssimos da sua empresa nesse último ano. Agora ela tentaria evitar a qualquer custo a morte de qualquer pessoa relacionada a ela, mas se caso a pessoa que ela imagina estar por trás do roubo der de frente com ela, ela não hesitaria, e ela mesmo a mataria.
Após terminar o banho ela escuta o barulho do helicóptero pousando. Colocou as roupas apressadamente, deixando os acessórios para trás, pegando apenas o celular e o rádio para alguma emergência.
Entrou no helicóptero e seguiu rumo ao aeroporto Clouds UP para que pudesse seguir a viagem no seu avião rumo ao Reino Sea.
Agora seminua, apenas com uma calcinha de algodão, a do mesmo tipo que ela dorme desde os seus quinze anos, ela observa-se no espelho DiamongGuard. Corpo atlético, porém feminino, sem músculos, sem gorduras, o auge da feminilidade. Seus seios não eram grandes, mas eram firmes e rosados, ela gabava-se de poder vestir qualquer coisa sem sutiã e seu seio não mover um centímetro.
Percebendo que não poderia perder muito tempo ela se vira para o guarda roupa e pega uma calça de Sarja e uma blusinha, nada muito formal, mas também nada informal. Uma mulher de sua posição não podia gabar-se de usar roupas informais quando quisesse, era preciso mostrar quem era, e artigos vestuários sempre são ótimos pedidos.
Seguindo para o banheiro ela opta por tomar um banho na sua ducha em detrimento a sua Jacuzzi, raramente ela fazia essa escolha, o banho nessa banheira era algo inexplicável, algo próximo do transcendente, mas o tempo não permitia tais prazeres.
Com a água escorrendo pelo seu corpo a Rainha começa a refletir sobre tudo que já aconteceu, e tudo que poderá acontecer. Já bastava a morte de dois cientistas importantíssimos da sua empresa nesse último ano. Agora ela tentaria evitar a qualquer custo a morte de qualquer pessoa relacionada a ela, mas se caso a pessoa que ela imagina estar por trás do roubo der de frente com ela, ela não hesitaria, e ela mesmo a mataria.
Após terminar o banho ela escuta o barulho do helicóptero pousando. Colocou as roupas apressadamente, deixando os acessórios para trás, pegando apenas o celular e o rádio para alguma emergência.
Entrou no helicóptero e seguiu rumo ao aeroporto Clouds UP para que pudesse seguir a viagem no seu avião rumo ao Reino Sea.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Calm Down
A rainha parecia que teria mais uma noite calma, tranquila e sem surpresas no Reino Calm Down, porém um telefonema durante a madrugada mudou toda a sua rotina.
- Alo?
- Você sabe que horas são?
- Sei sim, minha Rainha, peço-lhe perdão pelo incomodo, mas o assunto é urgente.
- Seja breve
- Lembra daquele satélite experimental que a AIRI tem e que estava quebrado?
- Sim, o YWP/YLF
- Esse mesmo, eles conseguiram arrumá-lo. Só que deixaram dentro de um Boeing 747 num hangar do aeroporto de Flying Dust.
- Prossiga
- Só que a pouco tempo esse mesmo avião foi roubado.
- O que? Roubaram o avião com aquele maldito satélite?
- Sim!
- Quem foi o cadáver que roubou?
- A estrela consumou o roubo, mas acredito que ela esteja sendo chantageada por alguém.
- Realmente, eu a odeio, mas tenho que admitir que ela não faria algo desse tipo por livre e espontânea vontade.
- Posso derrubar esse avião a qualquer momento, basta uma ligação sua. Ela está com uma autorização falsa para voar, o que nos permite abatê-la, ainda mais se tratando de um roubo.
- Nem pense nessa possibilidade, ele jamais me perdoaria.
- Provavelmente não.
- Ela está indo para onde?
- Reino Sea!
- Foi você que contratou ela e armou tudo?
- Não! Nunca falei mais que meia dúzia de palavras com ela.
- Tudo bem, está vindo para cá?
- Não posso, a agência me incumbiu de outros planos. Eles querem que eu os ajude a recuperar o satélite.
- Certo, então continue ai e mantenha-me informada. Além disso, prepara meu avião no aeroporto de Clouds Up e mande um helicóptero me pegar em casa.
- Já providenciarei.
- Essa missão suicida pode ser interessante para nós.
- Alo?
- Você sabe que horas são?
- Sei sim, minha Rainha, peço-lhe perdão pelo incomodo, mas o assunto é urgente.
- Seja breve
- Lembra daquele satélite experimental que a AIRI tem e que estava quebrado?
- Sim, o YWP/YLF
- Esse mesmo, eles conseguiram arrumá-lo. Só que deixaram dentro de um Boeing 747 num hangar do aeroporto de Flying Dust.
- Prossiga
- Só que a pouco tempo esse mesmo avião foi roubado.
- O que? Roubaram o avião com aquele maldito satélite?
- Sim!
- Quem foi o cadáver que roubou?
- A estrela consumou o roubo, mas acredito que ela esteja sendo chantageada por alguém.
- Realmente, eu a odeio, mas tenho que admitir que ela não faria algo desse tipo por livre e espontânea vontade.
- Posso derrubar esse avião a qualquer momento, basta uma ligação sua. Ela está com uma autorização falsa para voar, o que nos permite abatê-la, ainda mais se tratando de um roubo.
- Nem pense nessa possibilidade, ele jamais me perdoaria.
- Provavelmente não.
- Ela está indo para onde?
- Reino Sea!
- Foi você que contratou ela e armou tudo?
- Não! Nunca falei mais que meia dúzia de palavras com ela.
- Tudo bem, está vindo para cá?
- Não posso, a agência me incumbiu de outros planos. Eles querem que eu os ajude a recuperar o satélite.
- Certo, então continue ai e mantenha-me informada. Além disso, prepara meu avião no aeroporto de Clouds Up e mande um helicóptero me pegar em casa.
- Já providenciarei.
- Essa missão suicida pode ser interessante para nós.
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